27
Jan 10

Para prevenir a infecção do vírus HIV/Sida, foram criados dois novos anúncios publicitários que promovem o uso do preservativo, quer em relações estáveis, quer nas ocasionais. Este anuncio é diferente dos outros por ser exclusivamente para casais homossexuais masculinos. Os anúncios publicitários podem ser vistos na barra lateral direita do blog. Se ocorrer algum problema, clique aqui.

publicado por Homossexualidade 12ºE às 21:16

24
Jan 10

Em parceria com o grupo "Diferentes Orientações Sexuais" da nossa escola, do 12ºD, apresentámos o filme "Declaro-vos Marido e Marido" (I now pronounce you Chuck and Larry) na passada quinta feira a diferentes turmas. Tivemos duas sessões de manhã e duas à tarde, que tinham como objectivo durar os 90 minutos de uma aula normal, mas por o filme ser demasiado extenso, os alunos perderam parte do intervalo.

Inicialmente, pensamos em mostrar o filme "Milk", mas este foi desaprovado por conter cenas de nudez e linguagem imprópria.

 Esta actividade tinha como objectivo demonstrar que diferentes opções sexuais não devem ser discriminadas. Nos próximos dias iremos fazer um inquérito para conhecer a opinião dos alunos e professores que viram o filme para melhor tirarmos proveito da actividade.

Queríamos desde já agradecer ao grupo D.O.S. pela parceria, à professora Plácida e ao professor Carlos pelo tempo disponibilizado para realizar a actividade, à escola por nos ter dispensado o espaço e aos alunos e professores por terem participado nas sessões.

 

 

 

 Sinopse

Chuck Levine (Adam Sandler) e Larry Valentine (Kevin James) são o orgulho do Corpo de Bombeiros em Brooklyn, sendo também melhores amigos, dispostos a ajudar um ao outro. Chuck é agradecido a Larry por este ter salvo a sua vida no trabalho, mas só pensa em curtir a vida, de preferência com muitas mulheres, coisa que consegue fazer com uma eficácia espantosa. Já Larry é preocupado com o futuro, e devido a problemas burocráticos, não consegue colocar os seus dois filhos como beneficiários do seu seguro de vida. Devido a isto, Larry pede a Chuck que seja seu parceiro nalguns formulários, partindo do principio que mais ninguem saberia disto. Entretanto um burocrata zeloso desconfia do casal, o que faz com que eles tenham que se revelar para a cidade e improvisar como um casal apaixonado, que vive sob o mesmo teto.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Homossexualidade 12ºE às 23:25
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15
Jan 10

Para começar o ano e o segundo período da melhor forma, resolvemos fazer um cartaz, onde pedíamos às pessoas para darem a sua opinião em relação à homossexualidade.  O nosso objectivo era demonstrar aos alunos da nossa escola que a Homossexualidade não deve ser um tabu, e também motivar à participação neste nosso projecto. Foi com alguma relutância que colocamos o cartaz na parede da sala de convívio, mas ficamos muito satisfeitas em saber que os alunos encararam de forma positiva esta nossa actividade. Tivemos muitos comentários, uns positivos, outros nem tanto. Com este projecto conseguimos ver que os alunos ainda são preconceituosos em relação a outras orientações sexuais, mas também há alunos com uma mentalidade mais aberta. Apesar de alguns comentários menos satisfatórios, gostámos de fazer este trabalho.

O cartaz foi colocado na terça feira de manha, mas tivemos de o tirar porque começou a chover e manchou o nosso trabalho. Queremos também agradecer à Associação de Estudantes por nos ter deixado colocar o cartaz na sua sede.  

Abaixo, algumas fotografias do projecto.

 

 

 

 

 

 

publicado por Homossexualidade 12ºE às 14:16

05
Jan 10

"Psiquiatra do Porto foi um dos especialistas que pediu o parecer

30.12.2009 - 00:11 Por Lusa, PÚBLICO

 

O psiquiatra Júlio Machado Vaz considerou hoje "globalmente satisfatório e positivo" o parecer do Colégio da Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos, que sustenta que não há qualquer tratamento para a homossexualidade, porque esta não é uma doença.

 

Para Machado Vaz, a ajuda que os médicos podem prestar é levar as pessoas a "aceitarem-se como são"

 

O parecer, em resposta a um pedido do bastonário da Ordem dos Médicos, de 14 de Maio, foi aprovado hoje pelo Conselho Nacional Executivo da Ordem. Em declarações à Lusa, o psiquiatra Júlio Machado Vaz, um dos especialistas que solicitou o parecer por discordar das opiniões médicas que acreditam ser possível mudar a orientação sexual de alguém através de terapia, considerou o documento "globalmente satisfatório e positivo", por "assumir como inevitável que não se pode falar de doença em relação à homossexualidade". "Não podemos falar de doença, não podemos estar a falar de tratamento, isso é positivo", salientou o médico, que ficou "aliviado" por o parecer não distinguir uma "homossexualidade primária" de uma "secundária".

No documento, o Colégio de Psiquiatria defende que "é generalizado o consenso entre os médicos psiquiatras de que não existe qualquer tratamento para a homossexualidade, pois esta designação não se refere a uma doença mas sim a uma variante do comportamento sexual". Por isso, "considerar a possibilidade de um tratamento da homossexualidade implicaria, nos tempos actuais, a violação de normas constitucionais e de direitos humanos", advoga o parecer.

No entanto, e porque "o comportamento e desejo sexuais, e não só o homossexual, são frequentemente fonte de conflitos e sofrimento", as pessoas "podem recorrer ao seu médico, psiquiatra ou psicoterapeuta".

Júlio Machado Vaz destacou ainda do documento do Colégio de Psiquiatria o facto de admitir que "a sexualidade assume variadíssimas formas", desde a bissexualidade até à indefinição da identidade sexual nos mais jovens, e que "uma pessoa que está em sofrimento tem de ser ajudada".

A ajuda que os médicos podem prestar, evidenciou, é levar as pessoas a "aceitarem-se como são", passando elas a estar "reconciliadas com a sua própria sexualidade".

O parecer refere que, "sem ferir as convicções e crenças" dos pacientes, os clínicos devem ajudá-los, "sempre que possível, na sua autodeterminação, depois de um esclarecimento completo e no âmbito do consentimento informado".

Neste contexto, o médico deverá "indagar sobre a autenticidade das decisões" do doente, enquanto este "deverá ser informado de que não existe evidência científica que suporte uma intervenção que resulte na completa mudança de orientação sexual".

O parecer surge depois de, a 2 de Maio, em entrevista ao PÚBLICO, Adriano Vaz Serra, presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, e João Marques Teixeira, presidente do Colégio da Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos, terem defendido que, nalgumas circunstâncias, e se houver essa vontade, é possível, através de terapia, mudar a orientação sexual de alguém.

Na sequência dessas declarações, um grupo de psiquiatras e psicólogos que se opõe a esta visão, entre os quais Daniel Sampaio e Júlio Machado Vaz, pediram ao Colégio da Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos que elaborasse um parecer sobre o assunto."

 

Fonte: PUBLICO

publicado por Homossexualidade 12ºE às 09:05

 

 

"29.12.2009 - 21:05 Por Catarina Gomes

A orientação sexual não é imutável e existe espaço para a intervenção de psiquiatras no sentido da sua clarificação, lê-se no parecer técnico aprovado hoje pela Ordem dos Médicos (OM), que pretende pôr fim a uma polémica que começou em Maio.

PÚBLICO (arquivo)

"Um tratamento da homossexualidade implicaria a violação de direitos humanos”, advoga o parecer

 

Tudo começou com declarações ao PÚBLICO do presidente do colégio da especialidade de psiquiatria da OM, João Marques Teixeira. O médico defendeu, na altura, que nalguns casos pode ser possível dar resposta a alguém que sente atracção por pessoas do mesmo sexo e pede ajuda para ser diferente. “Se um indivíduo tiver uma homossexualidade primária (isto é, com um cunho biológico muito marcado, traduzido em tendências homossexuais desde muito novo e tendo tido sempre este tipo de orientação ao longo da vida)”, a ajuda “será no sentido de o ajudar a aceitar-se como é.” Já “se for uma homossexualidade secundária”, então há a possibilidade “de se reenquadrar a identidade de género”.

Mais de duas dezenas de associações, como a Médicos pela Escolha e a Panteras Rosa, indignaram-se com esta posição. A homossexualidade deixou de ser considerada doença em 1973, lembrou o psiquiatra Daniel Sampaio, que, com outro colega, lançou na Internet uma petição na qual recorda que a Associação Americana de Psiquiatria reprova qualquer intervenção a este nível. O documento recebeu centenas de assinaturas.

O parecer agora aprovado prova “que foi muito útil ter organizado a petição, pois permitiu este esclarecimento que deixa implícita uma crítica às declarações anteriores de psiquiatras que defenderam terapias de reconversão”, disse Daniel Sampaio ontem ao PÚBLICO.

Para o professor catedrático de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Lisboa, quando João Marques Teixeira se referiu a uma homossexualidade com “cunho biológico” estava implícito que a entendia como “uma doença”, “um conceito que surge como errado à luz do próprio parecer”, donde se conclui que não há indicação para tratamentos “de reconversão”. “O dr. Marques Teixeira disse o contrário do que aqui está.”

O doente que queira mudar deve ser informado “de que não existe evidência científica que suporte uma intervenção que resulte na completa mudança de orientação sexual”, continua o documento. O parecer foi pedido pelo bastonário da OM ao próprio colégio da especialidade de psiquiatria e foi ontem aprovado pelo conselho nacional executivo da Ordem, constituído pelo bastonário e nove médicos dos conselhos regionais. Passa assim a ser a posição técnica oficial que deve servir de orientação aos médicos portugueses.

Momentos de indefinição

“Ainda ontem recebi uma queixa de um rapaz de 21 anos que foi obrigado pelos pais a ir uma psicóloga homofóbica, depois de ter dito aos pais que era homossexual”, conta António Serzedelo, presidente da organização Opus Gay. O activista concorda que existe espaço de intervenção dos médicos que agem “de forma correcta, e que sabem enquadrar a situação em termos humanos e culturais”, mas que recebe regularmente queixas de homossexuais que são acompanhados por médicos que tentam “torcer personalidades”.

Pedro Afonso, psiquiatra do Hospital Júlio de Matos, diz que são sobretudo adolescentes e jovens adultos que lhe batem à porta em busca de ajuda. “Pode haver momentos de ambiguidade em que o jovem, afinal, chega à conclusão de que não é homossexual. Há momentos de indefinição.” E é aqui que o psiquiatra pode ajudar “a clarificar a orientação sexual”.

O parecer refere que é na adolescência que muitas vezes se concentram “incertezas sobre identidade de género ou orientação sexual”. Pedro Afonso nota que “a homossexualidade não é uma doença mas a sua vivência, para alguns, pode configurar uma doença”. “Eu não trato homossexuais mas acedo a pedidos de clarificação. Não podemos deixar de ajudar as pessoas.”

A mesma opinião tem o psiquiatra António Leuchner, presidente do conselho de administração do Hospital Magalhães Lemos, que diz que “não se deve recusar ajuda, se a pessoa se sente menos bem com uma atracção por pessoas do mesmo sexo”.

Notícia substituída às 21h30"

 

Fonte: PUBLICO

 

publicado por Homossexualidade 12ºE às 09:00

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